26 de mar. de 2009

Flatheads se apresenta em Curitiba

Trio traz composições próprias e versões rockabilly de sucessos pop dos anos 80


A banda curitibana Flatheads se apresenta em Curitiba neste final de semana. O trio formado por Luiz Fireball (baixo acústico), Beto Glaser (guitarra) e Elvis Martinatto (violão e voz) traz composições próprias e versões rockabilly de sucessos pop dos anos 80.

“Tudo regado ao som valvulado dos amplificadores vintage e ao ritmo cadenciado do baixo acústico que substitui a batida da bateria, como era feita no início do rock´n´roll”, explica o guitarrista Beto Glaser.

Flatheads


Passada a Segunda Grande Guerra Mundial, a juventude americana descobre os Hot Rods, veículos originários das pistas de corrida com visual agressivo e motores potentes destinados agora para o uso nas ruas. Um desses motores potentes era o popular Ford V8 Flathead, que tinha esse nome por ter seus cabeçotes planos e válvulas na parte interna do bloco. O Flathead é tido por muitos como detentor de um som característico, como se fosse música. Partindo deste ponto e aliando o Rockabilly como música, a banda Flatheads traz um pouco da nostalgia daquela época para os palcos.

Fonte: http://www.bemparana.com.br/index.php?n=101862&t=flatheads-se-apresenta-em-curitiba#
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13 de mar. de 2009

Cidade recebe a vovó mais tatuada do Brasil

Aos 77 anos, Judith pega a estrada sem data para voltar e vai na onda da nova geração

Judith Caggiano, de 77 anos, é a mulher de terceira idade mais tatuada do Brasil, embora o título de anciã não lhe agrade muito. Judith saiu de casa para fazer uma visita a alguns parentes e já está na estrada há quatro meses. Passou por São Tomé das Letras, Triângulo Mineiro, Uberlândia, em Minas Gerais, chegou a Umuarama e não tem previsão de quando voltará para casa em Santo André, no ABC paulista.



A idéia das tatuagens, segundo ela, foi uma revolução que aconteceu em sua vida quando se tornara viúva aos 72 anos e chegou à conclusão que era hora de mudar. E mudou radicalmente. “Tudo começou com alguns passeios na garupa da motocicleta do meu filho, quando vi, já não saía mais de cima da moto e estava freqüentando shows de Rock and roll e motoclubs”, ressalta Judith com ar descontraído e sem meias-palavras.

São ao todo quarenta e três tatuagens de borboletas, flores e estrelas. “As estrelas significam a minha família, a minha herança; e as borboletas estão tatuadas no meu corpo para me representar, sou como elas e vou voando por tudo, noite e dia”, explica com bom humor.

Judith elogia a terceira idade, mas gosta mesmo é da primeira. Das pessoas jovens que lhe apóiam e dão felicidade. “O jovem é a coisa mais linda entre o céu e a terra, ele é o voar”, acrescenta ela ao valorizar o potencial de liberdade que os jovens têm e que muitas vezes não são valorizados por tal ousadia. Para Judith a sabedoria está neles.

Ela já participou de vários programas televisivos, ganhou títulos e troféus de organizações e atualmente compartilhou da montagem de um livro intitulado “Livro dos Sonhos”, que fala sobre a tatuagem na mulher. Participou também da Parada Gay em São Paulo, do programa de Tom Cavalcanti, em canais fechados da Direct Tv, em reportagens na revista Isto É e no jornal Folha de S. Paulo. Judith tem três filhos, cinco netos e quatro bisnetos. Segundo ela, embora com a fama abrangente que tem, todos apóiam sua entrada no mundo dos jovens radicais.

Sempre rodeada de presentes e de recepção entusiástica, ela não pretende se sentar numa poltrona para coser. Como mesmo revela, seu lugar são os barzinhos, boates, postos de gasolina, shows, e, é claro, o mundo.

Fonte: http://www.ilustrado.com.br/noticias.php?edi=110309&id=00000003
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20 de fev. de 2009

Cerveja feita em casa


Tem gente fazendo cerveja em casa. E cada vez mais gente.

Para esses dedicados apreciadores, não basta entrar em uma loja e comprar uma garrafa. A graça está em fazer a própria cerveja, um procedimento que pode durar oito horas. Segundo os cervejeiros caseiros, optar pela produção artesanal rende pelo menos dois grandes benefícios: a curtição das horas de preparo e o sabor especial, único, de quem cria.

Quem faz cerveja utilizando panelas e equipamentos simples contribui para um mercado que cresce cada vez mais, o da cerveja artesanal, também conhecido como cerveja de panela.

— Comecei a beber as importadas, que são mais caras, só que o problema é que o bolso não estava acompanhando — brinca Paula Mühlbach, a Polla, uma das craques nessa arte. — Então, eu e um amigo, que havia chegado da Espanha, resolvemos tentar fazer.

As primeiras levas, lembra, eram terríveis.

— Depois da 10ª tentativa é que deu para começar a beber.

Polla integra uma turma de mulheres que produzem cervejas. Nos encontros da Cerva das Gurias, como o grupo foi batizado, a regra é cada uma levar a cerveja que produziu para degustar —claro que moderadamente.

—São cervejas mais fortes, com sabores marcantes. Por isso as degustações não são em grandes quantidades —conta Ellinor Melchers Nast, também da turma.

Quase todas se iniciaram da mesma maneira, consultando um amigo e correndo riscos, antes de acertar a mão. E quase todas também acabaram recorrendo e se associando à Acerva (Associação dos Cervejeiros Artesanais do Rio Grande do Sul).

— O interesse das pessoas aumentou muito. Um dos motivos é que o ritual da cerveja se dá de forma mais espontânea, mais simples — justifica Jorge Gitzler, presidente da Acerva e tutor de muitos cervejeiros artesanais em início de carreira. — Nossa única regra é que cada um tem que trazer uma cerveja de sua produção para que todos avaliem.

A associação reúne os produtores que não buscam a comercialização, mas o aprimoramento da elaboração da bebida.

Fazer cerveja depende de um investimento inicial entre R$ 500 e R$ 1000 para os primeiros 100 litros. É o custo de equipamentos de uso exclusivo, já que a contaminação é o maior inimigo da bebida de qualidade. Isso inclui panela, fogareiro, moedor de grãos, balde para filtrar, peneira, resfriador, garrafas, tampas e/ou barril. Tudo pode ser comprado em ferragens ou supermercados. O mais complicado, o resfriador, é o equipamento estrela, motivo de discussões e comparações para saber como cada um montou o seu.

Já a matéria-prima, em Porto Alegre, pode ser adquirida em uma loja profissional, que, pelo aumento da procura, foi obrigada a dedicar um segmento aos cervejeiros artesanais.

Rogério Costi é proprietário de uma distribuidora de bebidas e de uma loja virtual de cerveja que é referência no país — vende 350 rótulos, entre nacionais e importados. Desde 2006, notou o aumento do mercado artesanal e procurou se adaptar abrindo uma loja. O próximo passo do setor, ele avisa, será a oferta de Cartas de Cervejas em bares e restaurantes, assim como é feito com o vinho.

Fazer cerveja em casa é um programa que reúne amigos, desenvolve alguns talentos e, quando dá certo, pode virar um negócio. Os irmãos Glauco e Guilherme Caon preparam a profissionalização. Há dois anos, a dupla — um é doutor em Biologia, o outro publicitário e professor universitário — produz cerveja na casa em que vivem com a mãe. Glauco e Guilherme faziam para eles, depois para os amigos e agora um bar especializado encomenda a Anner, a marca que registraram. A produção dos irmãos Caon agradou e há lista de espera para conseguir garrafas da criação mais famosa, a Maria Degolada (em homenagem ao bairro em que moram).

— Fazemos cerveja umas duas vezes por semana. Estamos pensando em nos lançar comercialmente.

Mestres cervejeiros experientes costumam dizer que a melhor cerveja do mundo é aquela feita na cervejaria mais perto da casa do consumidor. Para essa turma de cervejeiros artesanais não há concorrência.

Fonte: http://www.clicrbs.com.br/blog/jsp/default.jsp?source=DYNAMIC,blog.BlogDataServer,getBlog&uf=2&local=18&template=3948.dwt&section=Blogs&post=150993&blog=334&coldir=1&topo=3994.dwt
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Tatuagem pode monitorar nível de glicose no sangue

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Se conviver com a diabetes é uma droga, ao menos ter a doença será um pouco mais ‘maneiro’. O Laboratório Draper, da Universidade de Cambridge, desenvolveu uma tatuagem que muda de cor de acordo com o nível de açúcar no sangue da pessoa tatuada. Agora os diabéticos só precisam pensar em um desenho interessante para sua tatuagem.

A tinta especial usada nos desenhos foi, inicialmente, criada para ajudar atletas e pessoas que têm problemas cardíacos. No entanto, o processo era muito complicado. Os cientistas, então, aproveitaram a tinta para que ela pudesse detectar o nível de glicose no sangue.

As nano partículas da tinta são esferas minúsculas – de 120 nanômetros de diâmetro. Dentro das esferas há três partes: a molécula detectora de glicose, uma tintura que muda de cor e uma outra molécula que imita a glicose. Quando essas partículas são dissolvidas na água elas se comportam como anilina, de acordo com Heather Clarck, uma cientista de Draper

Essas três partículas se movem, continuamente, dentro da esfera em que estão contidas. Quando elas se aproximam da superfície, a molécula detectora se agarra a uma molécula de glicose, ou à molécula que imita a glicose.

Se a maioria das detectoras se agarra às glicoses “verdadeiras” a tatuagem fica amarela. Se o nível de glicose está baixo, a tinta fica roxa. Um nível saudável de glicose é representado por uma coloração laranja. O processo se repetindo em questão de milisegundos, garantindo uma leitura sempre correta.

Os diabéticos não precisariam deixar seus afazeres de lado para testar o nível de açúcar de seu sangue e se furarem a todo momento. E os testes não são feitos apenas duas vezes por dia, mas sim constantemente.

Além disso, as tatuagens não precisam ser grandes. E a tinta especial também não precisa ser aplicada tão “profundamente” como em tatuagens normais.

Os cientistas estimam que as tatuagens especiais estejam disponíveis daqui a dois anos, no máximo.

Fonte: http://hypescience.com/tatuagem-pode-monitorar-nivel-de-glicose-no-sangue/
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5 de fev. de 2009

Morre Lux Interior


O líder e vocalista da banda The Cramps, Lux Interior, faleceu nesta quarta-feira, dia 04.02, no hospital de Glendale, Califórnia, às 04:30, devido a uma complicação cardíaca pré-existente, aos 60 anos.

Lux Interior, cujo nome verdadeiro era Erick Lee Purkhiser, nasceu em 21 de Outubro de 1948, em Stow, Ohio. Ele conheceu Poison Ivy em 1972 e logo após, ambos deram início à banda.

The Cramps foi formada em 1976 e fizeram parte da lendária cena punk de New York, com um som singular e distinto, misturando rockabilly, surf music, punk, tudo isso misturado com o mundo da ficção de horror. A formação da banda sofreu várias alterações ao decorrer dos anos, mas sempre manteve Lux e sua esposa, Poison Ivy, influenciando milhares de artistas e milhões de fãs por todo o mundo.



A banda lançou 14 álbuns durante a carreira. O último, "How to Make a Monster", vendeu 11.000 cópias, de acordo com Nielsen SoundScan. O álbum mais vendido, "Bad Music for Bad People", de 1984, vendeu 95.000 cópias.

Fontes:
http://www.billboard.com/bbcom/news/cramps-frontman-lux-interior-dies-1003938315.story
http://www.brooklynvegan.com/archives/2009/02/lux_interior_th.html
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