5 de mai. de 2009

Livro com piores tatuagens tem Bin Laden e tapa no traseiro


Publicação reúne as melhores, piores e mais ridículos desenhos.
Autores participaram de convenções para coletar conteúdo.


“Sem arrependimentos” é o título principal de um livro em inglês que promete exibir as “melhores, piores e mais ridículas” tatuagens já feitas em todo o mundo. Entre as imagens há a marca deixada por um tapa na bunda, a palavra “estúpido” escrita na testa, declarações de amor para relacionamentos já desfeitos e o rosto de Osama bin Laden.

Para reunir o conteúdo de “No regrets - the best, worst & most £$%*ing ridiculous tattoos ever”, os autores Aviva Yael e P.M. Chen fizeram pesquisas na internet, visitaram estúdios e também convenções de tatuagem. “É um verdadeiro desafio encontrar as melhores tatuagens”, afirmou ao jornal “Daily Mail” Yael, que vive em Nova York.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/PlanetaBizarro/0,,MUL1104562-6091,00-LIVRO+COM+PIORES+TATUAGENS+TEM+BIN+LADEN+E+TAPA+NO+TRASEIRO.html
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Os carros de Neil Young


Neil Young, 63 anos, tem grandes planos para 2009. O músico acaba de lançar o novo disco, Fork in the Road. Em junho, coloca na rua a primeira de uma série de caixas da coleção Archives, só com raridades de sua carreira – serão, na primeira leva, oito ou 10 discos, dependendo da versão escolhida. E, no resto do ano, acelera seu projeto ecológico LincVolt, uma tentativa de transformar seu Lincoln Continental 1959 conversível em um carro movido a eletricidade.

Fork in the Road (“bifurcação”) é pesado como uma banheira fabricada em 1959 e movida a gasolina. Young parece ter desligado a captação aguda de sua guitarra e estourado os graves do estúdio. É um álbum curto, 40 minutos, com 10 canções sobre automóveis.

A história do músico com essas máquinas é longa. Já escreveu clássicos sobre o assunto (Long May You Run, 1976) e faz parte de seu anedotário o rabecão que dirigia quando se mudou do Canadá para Los Angeles em 1966. O auge dessa obsessão parecia ter sido seu disco anterior, de 2007, Chrome Dreams 2 (“sonhos cromados”, referência aos antigos carrões), uma continuação de Chrome Dreams, um álbum que ele planejou lançar em 1977, mas nunca o fez. Agora, impulsionado pela quebra da indústria automobilística, se inspirou para escrever uma vez mais sobre o assunto.

Há músicas com referências explícitas, como Fuel Line (“mangueira de combustível”) e Get Behind the Wheel (“assuma a direção”), e letras como “You can drive my car/ Feel how it rolls” (“Você pode dirigir meu carro/ sentir como ele roda”). Johnny Magic, para a qual Young fez dois vídeos (ambos podem ser vistos em www.neilyoung.com), é seu primeiro single desde 2002. Trata-se de um tributo ao mecânico que está cuidando do projeto LincVolt.

Fork in the Road não tem nenhuma daquelas músicas gigantescas típicas de Neil Young, com 13 ou 18 minutos. Traz duas baladas entre oito rocks: Off the Road e a linda Light a Candle, que traz ecos de guitarras do excelente On the Beach, álbum de 1974 – cuja capa estampa a foto de um carro enterrado na praia. Trata-se do 32º álbum de estúdio de Young. Contando os ao vivo, os EPs, os unpluggeds, as coletâneas, os álbuns das bandas Crosby, Stills Nash & Young ou Buffalo Springfield, já são mais de... 80 discos. Isso que as caixas do projeto Archives ainda nem chegaram às lojas...

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2498176.xml&template=3898.dwt&edition=12248&section=999
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27 de abr. de 2009

São Paulo terá o primeiro curso de beer sommelier do país

Objetivo é conceder diploma a especialistas em cerveja. Aulas devem começar no segundo semestre deste ano.


Loira, estupidamente gelada e bebida aos montes. Para muitos, é assim que se deve tomar cerveja. Mas um grupo de apreciadores abomina esse conceito e prega o consumo educado e consciente.

São os chamados beer sommeliers, que vão ganhar pela primeira vez um curso de formação oficial no Brasil. As aulas devem começar no segundo semestre deste ano e a cidade escolhida para dar início ao projeto foi São Paulo.

Formada engenheira de alimentos no Brasil, beer sommelier na Academia Doemens (Alemanha) e mestre cervejeira na Espanha, a paulistana Cilene Saorin, de 37 anos, será a responsável pelo curso. “O beer sommelier trabalha a cerveja na esfera gastronômica. Ele se preocupa com a apresentação, a temperatura, a taça adequada, a harmonização com o prato”.

Já o mestre cervejeiro, segundo ela, "trabalha a cerveja em escala industrial". Cilene explica que, apesar de o brasileiro beber muita cerveja, não existem profissionais graduados. E revela que a profissão de beer sommelier só foi reconhecida mesmo em 2005. Além dela, só mais uma mulher tem essa formação aqui no Brasil.

“Existe o risco de as pessoas se autointitularem [beer sommelier] só lendo sobre o assunto. Você pode ser bastante competente, mas é importante ter uma educação formal”, explicou Cilene. “A pessoa nunca pode ser chamada de beer sommelier se não tem o título. É uma forma de respeitar a profissão”.

Estupidamente gelada

Cilene estudou na Academia Doemens, escola que forma mestre cervejeiros desde 1895. É a partir do método de ensino dos alemães que ela vai montar o curso em São Paulo, fazendo as adaptações necessárias.

“A intenção é formar gente capaz de dar uma boa informação. Cerveja não é só estupidamente gelada para matar a sede e dar barato [deixar bêbado]”.

A especialista, que acumula também a função de editora da revista Beer Life, acredita que o público alvo vai ser de apreciadores ou de gente que trabalha com esse produto, como importadores, funcionários de cervejarias ou de restaurantes. “O beer sommelier tem que ter responsabilidade com o consumo consciente. Não está interessado em fazer o cliente encher a cara”.

Para se formar, o aluno precisa ter nível superior e não sofrer de males como deficiências no paladar ou no olfato (caso de pessoas com rinite alérgica). O empresário Marcelo Stein, de 34 anos, dono de uma importadora de bebidas, se mostra animado com a chegada do curso.

“É fundamental. Você não consegue vender cervejas especiais sem esse tipo de serviço. Se a pessoa não tem informação, oferece ao cliente um produto maravilhoso, mas que ele vai beber com displicência”, afirma ele, referindo-se aos rótulos importados ou menos conhecidos aqui no Brasil.

Degustação

É em busca de momentos de prazer que os apreciadores de cervejas de cor “amarelo-ouro, amarelo-pálido, vermelho e negro profundo”, como enumerou Cilene, se reúnem para experimentar “novas sensações”. O G1 acompanhou uma sessão de degustação de cerveja em um bar da Zona Norte de São Paulo. Ali, a carta tem mais de cem rótulos da bebida entre nacionais e importadas.

À mesa, estavam amigos de Cilene, mestres também em identificar a cada gole a cor, a turbidez, o brilho, a espuma, o aroma, a acidez e até a doçura de cada cerveja. Com uma ficha ao lado, eles anotavam as observações referentes à aparência da bebida, ao gosto e às sensações na boca.

Era um encontro para degustar cervejas do tipo “vintage”. “São as que envelhecem, como os vinhos. E não devem ser bebidas estupidamente geladas”, ensina a mestre cervejeira. Enquanto a primeira turma de beer sommeliers não se forma, os apreciadoras da “loira” e seus derivados continuam especialistas em um quesito: mesa de bar.

Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/SaoPaulo/0,,MUL1092117-5605,00-SAO+PAULO+TERA+O+PRIMEIRO+CURSO+DE+BEER+SOMMELIER+DO+PAIS.html
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Encontro de clássicos em Tarumã

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Primeira etapa da Fórmula Classic reuniu carros antigos em Viamão


A começar pela idade dos pilotos, a corrida que aconteceu no início da tarde de ontem no Autódromo de Tarumã foi um culto ao saudosismo. Apelidada de “Velhozes e Furiosos”, a Fórmula Classic reuniu 14 automóveis históricos, símbolos das décadas de 60 e 70, em sua primeira etapa.

Disputada paralelamente à etapa do Metropolitano de Arrancada, a competição foi acompanhada por um público de cerca de 3 mil pessoas. Todas curiosas com a potência e a história de cada veículo.

– Esse carro chegou com o cônsul da França a Porto Alegre, no início da década de 50. Sou o quarto proprietário – contou o piloto Tibiriçá de Los Santos, enquanto preparava seu Renault 4CV para a primeira bateria.

O automóvel, que acompanha o advogado há 22 anos, é o carro mais antigo da Fórmula Classic: foi fabricado em 1948.

Os competidores completaram duas baterias de 25 minutos, com os veículos divididos em três categorias: a D1, para os de até 1.300 cilindradas, a D2, para veículos entre 1.301 a 1.600 cilindradas, e a D3, para acima de 1.600. Na etapa de ontem, só participaram pilotos das categorias D2 e D3.

Mas, se a idade dos carros é a atração da prova, muitas vezes ela também é problema para os pilotos. Dos 16 inscritos, dois nem entraram na pista, por problemas mecânicos. Durante a corrida, outros dois veículos não conseguiram completar todo o circuito

Próxima corrida da Classic será em Santa Cruz

Entre os pilotos da Classic, um se destacou nas duas baterias; o engenheiro mecânico Rogério Franz. Dono de um Fiat 147, Franz coleciona troféus em diferentes competições automotivas, de motocross a rali. O gaúcho foi o único brasileiro participante do rali 19 Capitales Histórico, que reuniu 149 veículos históricos no Uruguai, em março.

– Apesar do tempo e do investimento dispensados, vale a pena disputar – confessou Franz, que corre desde 1986.

A competição no Uruguai é um exemplo da popularidade das corridas de carros antigos em outros lugares. Criada em 1999 no Estado, a Fórmula Classic é uma iniciativa do comerciante Ricardo Trein, organizador da corrida. Para participar, os carros precisam ter mais de 30 anos, ser registrados na Federação Gaúcha de Automobilismo e conter todos os itens de segurança.

Além da etapa inicial de ontem, a Fórmula Classic conta com mais quatro etapas, duas delas também no Autódromo de Tarumã. Os grandes campeões só serão conhecidos em dezembro, mas o próximo encontro das velharias automobilísticas já tem data e local definidos: dia 31 de maio, em Santa Cruz.

Fonte: http://zerohora.clicrbs.com.br/zerohora/jsp/default2.jsp?uf=1&local=1&source=a2489431.xml&template=3898.dwt&edition=12194&section=1036
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26 de mar. de 2009

Sueco publica revista em forma de tatuagem

Coxas foram o espaço escolhido pelo designer Marc Strömberg.
Próximo número da revista será tatuado nas costas, ele promete.



Após lançar seu fanzine no tradicional papel, o artista gráfico sueco Marc Strömberg decidiu inovar na terceira edição da revista 'Tare Lugnt'. Ela foi publicada em forma de tatuagem, de acordo com o jornal sueco "Aftonbladet".

Marc Strömberg, de 22 anos, que trabalha como designer gráfico em Umeå, disse que o próximo número será tatuado nas costas. Ele colocou, inclusive, um vídeo na YouTube mostrando todo o trabalho de confecção da revista.



Fonte: http://g1.globo.com/Noticias/Mundo/0,,MUL1058271-5602,00-SUECO+PUBLICA+REVISTA+EM+FORMA+DE+TATUAGEM.html
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